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Contabilidade
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Tratamento da Informação orientada no sentido de satisfazer as necessidades de cada cliente. Informação tempestiva no sentido da melhor decisão na gestão do seu negócio. Informação no sentido de as Demonstrações Financeiras estarem em conformidade com os normativos legais.

Fiscalidade
Fiscalidade

Garantimos o acompanhamento e o aconselhamento de todas as obrigações fiscais inerente à sua empresa e atividade comercial. Execução, acompanhamento e entrega dos seus impostos a nível particular. Entrega de declarações e pagamento de contribuições e impostos às diversas entidades.

Gestão
Gestão

Análise e execução do estudo da sua empresa. Análise financeira, económica. Estudos de viabilidade económica. Orçamentação, Planeamento e Controlo das atividades económicas. Auditorias e peritagens.


Conta Magistral

Porquê a Conta Magistral?

A CONTAMAGISTRAL, Lda. é uma empresa de contabilidade jovem e dinâmica, que actua na região de Sintra, Amadora e Grande Lisboa. A sua sede social situa-se em Monte Abraão, Queluz.

Ética, responsável, inovadora, orientada parta o cliente, e competente no desenvolvimento da sua missão orientada unicamente para o cliente.


Garantias do Estado português

O governo através do ministro da Economia Pedro Siza Vieira, declarou que o Estado está disponível para garantir parte da dívida que se encontra em moratória até 25% do crédito às empresas posicionadas nos sectores de atividade mais afetados pela pandemia.

Estima o governo que dos oito mil milhões de moratórias dos sectores mais afetados dois terços precisarão de recorrer à garantia do Estado para a restruturação dos seus créditos.

O objetivo é que até final de setembro as empresas dos sectores mais atingidos e que se encontrem em dificuldades, possam discutir com os seus bancos o refinanciamento ou a reestruturação da sua dívida, seja pela via de carência de reembolso de capital e juros ou pelo prolongamento do prazo do empréstimo, ou outra solução entre as partes, garantindo o governo através de uma garantia, carta conforto ou outra forma similar, até 25% da dívida às instituições financeiras.

Esclareceu o governo que os sectores que poderão ser abrangidos serão os que tenham a atividade principal no sector do turismo (hotelaria e restauração), comércio não alimentar, cultura e entretenimento e algumas empresas na indústria transformador, ou outras que de uma forma ou outra dependam financeiramente delas.

Importante é que tenham tido quebras de receitas maiores ou iguais a 15% em 2020 comparado com 2019 e que não tenham, de momento atingido patamares de faturação similares aos de 2019.

Além de não terem dívidas à AT, Seg. Social e situação regularizada com a banca.

O que está previsto é que as empresas (que se enquadram no referido anteriormente) terão que renegociar com a banca e só depois é que aparecerá a garantia do estado. Ou seja serão as instituições de crédito que decidirão quem sem são as empresas que terão ou não viabilidade.

Atenção que as garantias fornecidas pelo estado não substituem as garantias reais de cada empresa que se manterão, tal como, de acordo com a pretensão do governo, a taxa de juro do contrato existente